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» Estudos do Gabinete de Arqueologia

 

 

Obras patrocinadas e/ou apoiadas pela autarquia

 

COLAÇO, Maria Rosa – Natal meu amor Natal. Alcácer do Sal:Câmara Municipal de Alcácer do Sal, (s.d.)32 pp.

Conto de Natal.

 

CUPIDO, José – Porque somos poetas de Alcácer. Alcácer do Sal: Câmara Municipal de Alcácer do Sal, 1991.83 pp.

Compilação da obra poética do autor.

 

CIGARRA PEGAS – Porque somos poetas de Alcácer. Alcácer do Sal: Câmara Municipal de Alcácer do Sal, 1992. 189 pp.

Compilação da obra poética do autor.

 

JORNADAS DE DESENVOLVIMENTO E AMBIENTE,1ª, Alcácer do Sal, 1997 – Desenvolvimento e ambiente: dos pesticidas à protecção integrada na agricultura. Coord. Maria Leonor Meisel. Lisboa, 1998. 125 pp.

Neste volume, pretende-se divulgar os diferentes trabalhos apresentados durante as jornadas em que se trataram, entre outros, os seguintes assuntos: a evolução dos métodos de utilização dos pesticidas; os pesticidas e o ecossistema; os aspectos toxicológicos dos pesticidas e as leis vigentes que regem a utilização dos pesticidas.

 

PEREIRA, Maria Teresa Lopes – Alcácer do Sal na Idade Média. Lisboa. Edições Colibri, 2000. 303 pp.

Procurou-se, neste olhar atento sobre Alcácer do Sal na Idade Média, com base em fontes documentais de diversa natureza, mas sobretudo dos fundos da Ordem Militar de Santiago, apreender a paisagem urbana dessa vila ribeirinha, acompanhando as sucessivas alterações que, como um ser vivo, foi sofrendo ao longo dos séculos. Essa paisagem vivida, modificada pelo homem, a memória de pedra, as marcas na malha urbana, a toponímia e o rio Sado, sempre presente, falam-nos dos alcacerenses, dos seus dias de trabalho duro e da alegria das festas, dos seus medos da doença, da peste, da pobreza, da guerra, da repressão, mas também das suas esperanças, do pão de cada dia, de pescas abundantes, de boas safras (agrícolas e saliníferas), de negócios rentáveis e da vida eterna.

Este livro apresenta-se assim como uma contribuição para um conhecimento mais profundo da Alcácer medieval que possa reforçar nos habitantes da cidade do presente a consciência da sua própria identidade.

 

MEISEL, Maria Leonor – Vamos conhecer o lixo. Alcácer do Sal: Câmara Municipal de Alcácer do Sal, 2000, 149 pp.

Obra sobre a reciclagem e os resíduos sólidos urbanos.

 

COLAÇO, Maria Rosa – As tranças de Sofia. Alcácer do Sal:Câmara Municipal de Alcácer do Sal, 2002. 16 pp.

Obra de literatura infantil.

 

FARIA, João Carlos Lázaro – Alcácer do Sal ao tempo dos Romanos. Lisboa: Edições Colibri, 2002. 162 pp.

A obra resulta de vários anos de investigação arqueológica levados a efeito no concelho de Alcácer do Sal, estando organizada em cinco capítulos, aludindo o primeiro a aspectos de carácter geológico e de paleoecologia onde se dão a conhecer dados inéditos relativos aos ecossistemas da nossa região, desde o Paleolítico Superior aos nossos dias.

O segundo capítulo refere, sob a forma de síntese, a evolução da ocupação humana no curso inferior do Rio Sado, desde a Pré-História ao Período Romano. O terceiro capítulo procura realçar a importância político-administrativa, económica, social e religiosa da Salacia Imperatoria do Sado, e toda a ocupação romana até ao presente identificada nesta região (57 sítios arqueológicos), com particular destaque para os fornos de ânforas, villae rurais ou simples casais rústicos de menores dimensões.

Um quarto capítulo dá ênfase aos novos trabalhos realizados em Alcácer do Sal – fórum e santuário romano subjacente à pousada D. Afonso II. O último capítulo é dedicado às conclusões.

Estamos, assim, perante um trabalho que visa estimular não só o gosto pela região numa determinada época mas também transmitir mais alguns ensinamentos a todos aqueles, sejam eles alunos, professores, população em geral, que se interessam pelo tema da romanização do território hoje português.

 

JORNADAS DE DESENVOLVIMENTO E AMBIENTE 3ª, Alcácer do Sal, 2000 – Sado: economia, sustentabilidade e qualidade de vida. Coord. Maria Leonor Meisel. Lisboa, 2003. 118 pp.

As III Jornadas de Desenvolvimento e Ambiente tiveram como objectivo promover um debate aberto à comunicação em que foram equacionados os principais problemas do desenvolvimento do concelho e estratégias de resolução. O estuário do Sado constitui um território com grande potencial para a economia da região. A pesca artesanal, a aquacultura, as actividades agrícolas associadas aos espaços envolventes do rio e o turismo devem ser equacionados de modo a oferecer às populações o melhor das suas potencialidades sem deixar de acautelar, sempre, os riscos ambientais inerentes.

 

CARVALHO, António Rafael; FARIA, João Carlos; FERREIRA, Marisol Aires – Alcácer do Sal islâmica: arqueologia e história de uma medina do garb Al-andalus (séculos VIII-XIII). Alcácer do Sal: Câmara Municipal de Alcácer do Sal, 2004. 96 pp.

 

 

 

 

 

 

 

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