Publicações sobre Arqueologia e História de iniciativa Municipal ou com o Apoio desta


O Município de Alcácer do Sal tem apoiado, ao longo dos anos, a publicação de diversas obras referentes à História do concelho, entre as quais se destacam:

 

• PEREIRA, Maria Teresa Lopes – Alcácer do Sal na Idade Média. Lisboa. Edições Colibri, 2000. 303 pp.

Procurou-se, neste olhar sobre Alcácer do Sal na Idade Média, apreender a paisagem urbana dessa vila ribeirinha, acompanhando as sucessivas alterações por que passou ao longo dos séculos. Este livro apresenta-se como um contributo para um conhecimento mais profundo da Alcácer medieval.

 

• FARIA, João Carlos Lázaro – Alcácer do Sal ao Tempo dos Romanos. Lisboa: Edições Colibri, 2002. 162 pp.

A obra resulta de vários anos de investigação arqueológica levada a efeito no concelho de Alcácer do Sal, estando organizada em cinco capítulos. A evolução da ocupação humana no curso inferior do Rio Sado e a importância político-administrativa, económica, social e religiosa da Salacia Imperatoria do Sado são alguns dos assuntos aqui expostos.

 

• CARVALHO, António Rafael; FARIA, João Carlos; FERREIRA, Marisol Aires – Alcácer do Sal islâmica: arqueologia e história de uma medina do garb Al-andalus (séculos VIII-XIII). Alcácer do Sal: Câmara Municipal de Alcácer do Sal, 2004. 96 pp.

Obra que retrata Alcácer do Sal no período islâmico. Foi reeditada (versão revista e atualizada) pelo município, em 2008.

 

• ROCHA, Sucinda da Conceição Martins C – Elites Politicas e Sociais e o Governo de Alcácer do Sal (1774-1834). Alcácer do Sal: Câmara Municipal de Alcácer do Sal, 2009

 

•PEREIRA, Maria Teresa Lopes – Pedro Nunes: em busca das suas origens. Lisboa. Edições Colibri, 2009. 274 pp.

A dimensão do homem e do cientista do Renascimento é o objeto central deste livro. Trata-se de um itinerário da vida fascinante de Pedro Nunes.


• PEREIRA, Maria Teresa Lopes – Os Cavaleiros de Santiago em Alcácer do Sal: Séc. XII a fins do Séc. XV. Lisboa. Edições Colibri, 2015. 386 pp.

“A partir de uma visão intuitiva de uma Alcácer medieval imaginária, [Maria Teresa Lopes Pereira] decidiu dar-lhe realidade por meio da reconstrução dos vestígios poupados pelo tempo. Colecionou-os com minúcia, autenticou-os pela crítica histórica, inseriu-os num espaço-tempo coerente. A Alcácer imaginada foi ganhando vida. O afinco com que Maria Teresa Lopes Pereira vai estudando a Ordem de Santiago lembra a paciente reconstituição, peça a peça, de um puzzle complicado; ou a minuciosa tecelagem, fio a fio, de uma tapeçaria sempre incompleta; ou o restauro, pedra a pedra, de um mosaico inacabado. Com a atenção e a persistência de quem pratica um ritual. Com a devoção de um peregrino. Acima da tarefa técnica, racional e metódica, definida pelos preceitos da crítica histórica, esconde-se a busca de um sentido transcendente. O que a distingue e lhe dá qualidade é o fervor com que o faz. Tal como o fervor de que fala Saint-Exupéry, aquele fervor que dá sentido à construção de um «império», à subida a uma montanha, à viagem de um navio, à entrega ao amor, à guarda de uma fantástica Cidadela. Aquele fervor que pode transformar os vestígios mortos do passado em verdadeiros e insuspeitados tesouros, e assim lhes descobrir um valor sem preço.” [José Mattoso (do Prefácio)].


• CARQUEIJEIRO, António; FLÁVIO, Baltasar; DIAS, Luís Pereira; CARRADINHA, Luísa; MALHEIROS, Manuel Luís; LÁZARO, Maria Antónia - Compilação “Notícias e fotografias de Alcácer do Sal - Séculos XIX e XX”. Alcácer do Sal. Dezembro 2016. 79 pp.

“Os documentos que apresentamos nesta compilação têm apenas por finalidade despertar o interesse para o estudo da nossa história recente, que tão importante é para a nossa memória coletiva e identidade como alcacerenses.”

 

 

Neste site do Município de Alcácer do Sal, os leitores têm também ao seu dispor um conjunto de trabalhos em formato digital (PDF) em regime de acesso livre, que se encontra à sua disposição desde 2007.